// Programação
DIA 25 DIA 26 DIA 27 DIA 28 DIA 29 DIA 30


// Dia 29 de Abril | Sábado
Maloca Parties Amici's
00:00H | | La Tabaquera | Música

La Tabaquera é uma festa que roda o Brasil desde 2011, onde Caçapa bota o som e Alessandra Leão bota os vídeos. Sob a ordem de Libera a Pélvis!, a festa traz músicas e vídeos dançantes do Caribe, América do Sul e África como forma de celebrar manifestações culturais contra hegemônicas e oferecer ao público uma opção diversificada de festa, onde entretenimento e fruição artística não se dissociam.
 

Maloca Parties Órbita
00:00H | | Ninad | Música

Nascido na Argentina e vivendo no Brasil desde meados dos anos 1990, Ninad é um dos pioneiros do movimento Psytrance brasileiro. Uma das metades do duo Yagé, um dos projetos mais originais e conhecidos da América Latina. Suas apresentações no formato live act, promovem perfeita simbiose entre a psicodelia e inovação musical. Já tocou em muitos dos maiores festivais do mundo, como Sonica (Itália), Voov (Alemanha) e Universo Paralello (Brasil). Também é guitarrista há mais de 15 anos no círculo de Ayahuasca do Templo Mãe DÁgua e se empenha na pesquisa e produção de músicas tribais amazônicas, viajando para a selva para gravar as canções sagradas de Huni Kui Etnie.

Maloca Parties Órbita
01:00H | | DJ Stereologic | Música

Ivan Mariano é a mente responsável pelo projeto Stereologic. O DJ e produtor cearense teve seu primeiro contato com as pick-ups em 2005, com DJ sets tecnicamente bem trabalhados. Em 2012, sentindo uma necessidade de expandir os horizontes de sua carreira, Ivan deu os primeiros passos na produção musical adentrando no Psychedelic Trance. 

Maloca Parties Órbita
02:00H | | DJ Caious | Música

Caio Lima Lopes, DJ Caious, é um DJ e produtor natural de Fortaleza. Influenciado pelo cenário musical underground, ele teve o primeiro contato com o trance em 2008. Frequentando festas e festivais do gênero por alguns anos, passou a atuar como DJ em 2013.  
Reunindo apresentações em festas locais e fora do Ceará, entrou no casting de artistas da ZIOHM em 2014. A partir de 2015, entra para a gravadora Spirit Records. 

Maloca Parties Órbita
03:30H | | DJ Luca | Música

Conhecido pelo vasto trabalho de pesquisa e mixagem, Luca é italiano radicado no Ceará. Em 1993, imerge em festa eletrônicas e logo se apaixona pelo estilo de música.Todos seus sets seguem sempre uma linha psicodélica séria e agressiva, conduzindo os dancefloors para experiências transcendentais.
 

Maloca Parties Órbita
05:00H | | DJ Earthspace | Música

Earthspace é um nome que vem crescendo e se consolidando na cena do psytrance mundial. Matheus Nogueira, músico e produtor de Fortaleza, está por trás do projeto. O trabalho vem se consolidando e ganhando projeção nacional e internacional com a participação em diversos eventos e festivais na cena eletrônica. Parcerias também fazem parte do percurso do DJ, que vem realizando turnês pelo Brasil e Europa nos últimos anos. Faz parte do Nano Records, selos de psytrance com vasto grupo de artistas conceituados no circuito mundial. O álbum de estreia, Hand of the Witch, uma colaboração com Magik, será lançado em 2017. 
 

Maloca Parties Órbita
06:00H | | Yagé | Música

 Uma sonoridade selvagem e climas envolventes, um groove poderoso e fortemente dançante, combinados de forma equilibrada e original com vocais hipnóticos, percussões quentes, sons sintetizados altamente psicodélicos e instrumentos étnicos, dão a Yagé uma personalidade única e um espaço próprio no universo do psy trance. Integrado por Ninad, produtor que ao vivo controla sequencers, sinthes e efeitos e pela flautista e vocalista Raghini, enfeitiçando a audiência com suas melodias vibrantes, Yagé oferece um live act no verdadeiro sentido da palavra.  O som potente e de alta definição já levou ao delírio pistas de dança de muitos dos maiores festivais de trance do mundo (Sonica, Voov Experience, Transcendence, Universo Paralello, Monte Mapu, Moonflower), assim como incontáveis festas.
 

Arena Dragão do Mar
15:30H | Puxa! Era uma Bruxa!? | Rebeka Lúcio | Infantil

Rebeka Lúcio é contadora de histórias e atriz-pesquisadora, formada em Artes Cênicas pelo curso superior do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e pelo curso de Letras da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A atriz começou sua carreira em 2003 e, desde então, realiza cursos e oficinas constantemente, participando de festivais e mostras. Como arte-educadora já ensinou em escolas públicas e particulares de Fortaleza, ministrou cursos de formação de professores na capital e no interior do estado  e lecionou diversas oficinas teatrais em variados espaços culturais, dentre eles o Centro Cultural Banco do Nordeste, o Centro Cultural Bom Jardim, o Teatro da Praia, a Universidade das Artes, o Instituto Federal do Ceará etc. 

Síntese da proposta
A contação de histórias Puxa! Era uma bruxa?! é uma adaptação de contos populares de bruxas malvadas ou nem tão maléficas. Nariz com verruga? Maçã envenenada? Cabelo espetado? Vestido preto e feitiços malignos? Espelho, espelho meu, quem é mais bonita do que eu? Será que só existe uma versão da história? Qual seria o outro lado? Será que a bruxa não é apenas alguém que muitas vezes é mal entendida? Que teve alguma frustração? Pelo que se derrete essa princesa às avessas que dizem ter coração de gelo? Em "Puxa! Era...Uma bruxa?!?" 

Arena Dragão do Mar
17:00H | Rodoró | Elisabeth Pacheco | Literatura

As narrativas que levam o público a um rodoró de histórias, termo cunhado na região do Cariri cearense para apelidar redemoinhos (turbilhões de vento) ou para dizer de algo que se encontra em movimento circular. A metáfora do rodoró para designar as narrativas é argumentada por Elisabeth Pacheco, contadora de histórias e produtora cultural, formada em Pedagogia pela URCA e idealizadora da Mostra Nacional de Contadores de Histórias nas Terras do Cariri. A diversidade de elementos narrativos como os contos, mitos, lenda, textos literários e recolha de histórias, feitas junto aos narradores da tradição, fazem parte do repertório da contadora. 

Síntese da proposta
O Rodoró de histórias é um giro de narrativas cuidadosamente selecionadas, e por meio delas o público poderá conhecer um pouco das histórias contadas e recontadas por diversas referências das narrativas escritas e orais. 

Ficha Técnica
Contação: Elisabeth Pacheco
 

Teatro Dragão do Mar
17:00H | Praia das Almas | Paracuru Cia de Dança | Dança

Realizado como exercício coreográfico do paulista Jorge Garcia para a Paracuru Cia de Dança nos "Percursos de Criação" da Bienal Internacional de Dança do Ceará de 2015. Praia das Almas tem como referência de pesquisa o local onde, no final do Século XIX, estava a Vila do Parazinho, origem da cidade de Paracuru. Soterrada pelas dunas, casas, praças e ruas da antiga Vila fazem parte da memória desse povo do interior do Ceará. Local de nascimento de Antônio Sales foi a inspiração do poeta no livro Aves de Arribação, ao ver sua vila natal ser encoberta pela areia das dunas.

Sinopse do espetáculo
Metaforicamente, Praia das Almas traz para os corpos dos bailarinos a conexão dos ventos,a percepção do movimento dos grãos de areia, como eles fluem ou se comprimem e dependendo da ação dos ventos vão se agrupando de forma assimétrica sobre a Vila do Parazinho, soterrada no século XIX e que jamais será revelada.

Ficha Ténica
Direção: Flávio Sampaio. Coreografia: Jorge Garcia. Música: Etran Finatwa, Ali FarkaTouré e Ry Cooder - Musiques de Mali e The Doors. Edição: Éder O Rocha. Desenho de luz: Jorge Garcia. Iluminação: Eduardo Teixeira. Figurinos: Marina Carleial. Fotografia: Luis Alves e Celso Oliveira. Bailarinos: Jamerson Renan, Joab Tafarel, Priscila Castro, Natanny Dheinny, Rochele Conde, Romário Santiago e Walef Rocha.
 

Arena Dragão do Mar
18:00H | | Dança de Salão | Dança

Os alunos do Curso Técnico em Dança (CTD) da Escola Porto Iracema das Artes realizam apresentaçãoem comemoração ao Dia Internacional da Dança. No evento, diferentes estilos de dança serão apresentadas para o público em uma ação de troca de experiências relacionadas à data celebrada.

As ações que serão conduzidas pela bailarina Cláudia Pires, coordenadora do CTD e Laboratório de Dança da Escola Porto Iracema das Artes, e pelo Projeto Improvisa, oriundo do Curso de Graduação em Dança da Universidade Federal do Ceará (UFC), prometem fazer uma integração entre os participantes além da reflexão acerca da importância da celebração dessa data.

Oca Maloca
18:00H | Boi Paz no Mundo | Grupo de Reisado Boi Paz no Mundo | Cultura Popular

O grupo de Reisado Boi Paz no Mundo é natural de Sobral (CE) e realiza apresentações folclóricas nordestinas. O grupo surgiu em 2010 como forma de manter a tradição popular e realizar homenagem e memória de Mestre Panteca, avô dos fundadores, como uma herança cultural para filhos e netos. 
 

Teatro das Marias
18:00H | Na Colônia Penal | Cangaias Coletivo Teatral | Teatro

Atuando desde 2012 em Fortaleza, o Cangaias Coletivo Teatral surgiu da Trupe Cangaias de Teatro. Em seu repertório constam peças adultas e infantis. Já participou de grandes festivais com as peças Balões - eu te amo, Miau! e Na Colônia Penal, da obra de Franz Kafka. O último espetáculo, lançado em 2015, tem adaptação de Rafael Barbosa e direção de Luis Carlos Shinoda e é a primeira encenação cearense de um texto do autor tcheco. Em 2017, o grupo lançou o Curso Livre de Práticas Teatrais para atores e não-atores que buscam o teatro como um meio de desenvolvimento lúdico e criativo. O Grupo é composto por Adonai Elias, Angélica Nunes e Luis Carlos Shinoda 

Sinopse do espetáculo
Um Oficial de justiça residente da colônia apresenta à um Explorador estrangeiro a utilização de uma máquina de punição e tortura. São levados à máquina todos aqueles que desobedecem as leis. Para o Oficial, o aparelho punitivo é apenas um ideal de justiça e necessário para mantimento da ordem. A opinião do Estrangeiro pode ser essencial para a vigência ou não desse sistema. 

Ficha técnica
Texto: Franz Kafka. Direção e Cenografia: Luís Carlos Shinoda. Adaptação dramatúrgica: Rafael Barbosa. Elenco: Angélica Nunes e Luís Carlos Shinoda. 
 

Teatro Sesc Iracema
18:00H | Auto-matismos | Acauã Pessoa, Andréia Pires, Diego Salvador, Victor Macdowell | Dança

"Auto-matismos" surgiu no contexto da terceira turma do Curso Técnico em Dança e logo depois foi desenvolvido no projeto da Vila das Artes chamado Ateliê de Composição Coreográfica e Processos Criativos em Dança, estudando a corporeidade de seus integrantes, no caso artistas independentes com formação em dança e teatro. Inspirado nas reflexões sobre uma lógica da coexistência, a base do processo busca um trabalho de des-automatização e abertura dos corpos, potencializando a porosidade, desmontando a memória-hábito e fazendo outras danças fluírem. A peça desmembra, rearticula e revela a interação do corpo com as imagens que sustentam em alguma medida a rotulação dos comportamentos da sociedade, criando pequenos contra-dispositivos em que as regras, posturas, imagens se entrechocam e contradizem, havendo um desacordo ao o que é automático. 

Sinopse
Da ilusão de movimento ao cancelamento dos automatismos dos corpos fortalezas-vazias aos modos de re-existência dos auto-moveis a des-cisão.

Ficha técnica
Direção: Victor MacDowell. Elenco: Acauã Pessoa, Andreia Pires,Diego Salvador, Victor MacDowell. Direção Técnica e Iluminação: Walter Façanha. Produtor: Michell Barros. 

Ruas no entorno do Dragão do Mar
18:00H | O Imaginário Criador e sua Barata Mágica | Trupe Motim de Teatro | Teatro

A Trupe Motim de Teatro é sediada na cidade de Quixeré, interior do Ceará. O grupo se pauta por uma linha de pesquisa e experimentações estéticas em ruas e espaços não convencionais, como ruínas abandonadas e galpões de feiras, que resultaram em performances como "Dinheiro Vivo" e "Mercado Da Carne" e espetáculos como ''Rabisco de uma Quase Existência, "Animus", "Zoo Ilógico", assim como os curta-metragens "Criação de Porcos", "Gaiola" e "Anhamun -O Cordel Mágico Dos Encouraçados". O novo trabalho da Trupe é o espetáculo "Imaginário Criador",  resultado do Laboratório de Criação do Porto Iracema das Artes. 

Sinopse do espetáculo
A gente sempre espera que uma história seja que nem bicho: tenha cabeça, corpo e rabo. Mas eu conheço uma porção de bichos que não tem rabo. Como, por exemplo, as baratas. E de barata eu entendo, porque brinquei por muito tempo com elas. Cheguei a criar uma. E assim como ela, fiz nos ferros velhos, os cemitérios do tempo, virarem ouro.

Ficha Técnica
Interlocução artística: Luciano Wieser. Dramaturgia: Henrique Oliveira, Jéssica Teixeira, Luciano Wieser. Direção: Jéssica Teixeira. Direção de arte: Henrique Oliveira. Direção musical e sonoplastia: Rami Freitas. Elenco: Diego Anderson, Henrique Oliveira. Figurino: Antônio Manoel (Toinho), Henrique Oliveira. Cenotecnia: Antônio Manoel (Toinho), Diego Anderson, Geovânio Ribeiro, Henrique Oliveira, Marcelo Papel. Soldador: Nêgo. Designer Gráfico: Henrique Oliveira. Produção: Jéssica Teixeira.
 

Ruas no entorno do Dragão do Mar
18:00H | Sem título | Gabriel Silva | Arte Urbana

Gabriel Silva Rodrigues é um artista visual que realiza grafites nas ruas de Fortaleza. Com o primeiro contato com o spray ainda em 2003, passou a se integrar ao movimento crescente do grafite na cidade. Já participou de eventos como a Semana do Graffiti de Fortaleza e o Festival Concreto, assim como de exposições em galerias e museus locais ao longo da sua trajetória. O trabalho realizado nas ruas da cidade, que ele aponta como processo de válvula de escape, está focado, especialmente, em  rostos femininos em preto e cinza com detalhes chicanos, usando um estilo realista que o artista continua a estudar e se aperfeiçoar.
 

Palco José Avelino
18:20H | | Subcelebs | Música

Formado em 2015, o quarteto fortalezense Subcelebs traz a pegada do indie pop combinando melodias cantadas, bateria pesada, baixo distorcido, guitarras quase limpas e sintetizadores que brincam com as possibilidades de sonoridade. As faixas Manifesto, Galera Paia, Corações Avariados e Azedou fazem parte do primeiro EP, gravado pelo Mocker Studio e lançado no primeiro ano de atuação da banda. Em 2016, foi lançado o single Jeff Tweedy (Ele é o cara)
 

Palco Rogaciano Leite Filho
19:00H | Vida Longa e Próspera | Aderiva | Música

Banda de rock autoral cearense, tem como proposta misturar estilos de rock mais pesados, com a pegada do Hardcore e do Heavy Metal. Criada em Fortaleza, no início de 1999, a banda gravou dois EPs, entrando em um longo hiato e retornando em 2015 com nova formação.

Em 2016,  Aderiva lança o EP Vida Longa e Próspera, atingindo uma boa repercussão na cena do rock em Fortaleza. Aderiva é composta por Harrison Farias (Vocal e Guitarra), Tonioni Havana (Baixo e Vocais), Kiko Vasconcelos (Guitarra) e Leandro Osterne (Bateria).
 

Palco Draga Dragão
19:00H | | Capitão Eu e os Piratas Vingativos | Música

Surgida em 2012, a banda Capitão Eu e os Piratas Vingativos mistura influências do rock, dos ritmos brasileiros e da poesia que busca descrever a realidade das experiências vividas na cidade natal, Fortaleza, compondo assim a cena autoral da região. 
O primeiro CD, O Melhor Lugar do Mundo, foi apresentado em 2013, após o lançamento de dois EPs. Em 2014, a música Revolução Esferográfica foi a escolhida para a gravação do primeiro videoclipe. O segundo trabalho da banda está sendo preparado para o segundo semestre de 2017. No primeiro trimestre de 2017, o clipe Aurora foi disponibilizado pela banda. 
Além de ter passado por diversos palcos do circuito musical cearense, Capitão Eu e os Piratas Vingativos já tocou em festivais como Ceará Music, em Fortaleza, Grito Rock, em Mossoró (RN), Mostra Autoral Brasileiríssimos, em Natal (RN). Nesse percurso, também dividiu palco com artistas como Humberto Gessinger, Boogarins e Felipe Cordeiro. 
 

Palco Anfiteatro
19:00H | Spacelapse | Lilt | Música

Imagine viajar pelas ondas sonoras do espaço. Imagine um universo curioso, inabitado, a ser explorado. Uma fusão rock, noise, fusion, instrumental. É o que seu ouvido disser. Com a proposta de apresentar uma sonoridade marcante, o power trio se lança em 2015 como uma banda experimental. Synths, beats, grooves, linhas de baixo bem definidas e guitarras versáteis são as marcas da banda. A ideia é passear por diversos estilos, explorar elementos e desconstruir formatos. A resposta disso tudo está em cada música. É na ausência das letras que o freestyle se faz presente. Um som sem limites, sem rótulos, sem frescura.
EP de estreia da LILT. Sonoridade marcante do começo ao fim. Composto por efeitos,melodias, guitarras vibrantes, grooves e beats cadenciados. Um som para viajar, literalmente, pelo espaço. Destaque para os áudios extraídos da Nasa que funcionam como textura para as músicas. São cinco faixas que mostram a versatilidade e a energia do grupo, composto por Paulo Tomé (guitarra e sintetizador), Jones Sampaio (baixo) e Léo Almeida (bateria e percussão).
 

Arena Dragão do Mar
19:00H | | Batalha Hip Hop | Dança

Os alunos do Curso Técnico em Dança (CTD) da Escola Porto Iracema das Artes realizam apresentaçãoem comemoração ao Dia Internacional da Dança. No evento, diferentes estilos de dança serão apresentadas para o público em uma ação de troca de experiências relacionadas à data celebrada.

As ações que serão conduzidas pela bailarina Cláudia Pires, coordenadora do CTD e Laboratório de Dança da Escola Porto Iracema das Artes, e pelo Projeto Improvisa, oriundo do Curso de Graduação em Dança da Universidade Federal do Ceará (UFC), prometem fazer uma integração entre os participantes além da reflexão acerca da importância da celebração dessa data.

Batalha Hip Hop
A dança hip hop refere-se aos estilos de dança sociais ou coreografados relacionados à música e à cultura hip hop. O que diferencia a dança hip hop de outros tipos de dança é o freestyle (improvisação) e os seus dançarinos frequentemente estarem envolvidos em batalhas ? competições de dança formais ou informais. Sessões informais e batalhas de freestyle são geralmente realizados em um cipher, um espaço de dança circular que se forma naturalmente quando a dança inicia. Os três elementos ? freestyle, batalhas e ciphers ? são os componentes da dança hip hop.

Cinema do Dragão
19:00H | ITS ALL TRUE + seminário EDOUARD LUNTZ EM FORTALEZA E CANOA QUEBRADA | Mostra de Cinema Documental: Fronteiras e Verdades | Cinema

Sábado (29/04) 19h00: ITS ALL TRUE + seminário EDOUARD LUNTZ EM FORTALEZA E CANOA QUEBRADA. Exibição do documentário baseado na obra inacabada de Orson Welles, seguido do seminário EDOUARD LUNTZ EM FORTALEZA E CANOA QUEBRADA: FRAGMENTOS DE OPERAÇÃO TUMULTO, onde serão apresentados fragmentos do documentário homônimo que investiga a vinda do cineasta Edouard Luntz ao litoral cearense nos anos 60 para dirigir um filme que foi lançado e imediatamente censurado e recolhido pela Fox. O seminário será ministrado pelo professor da UFC e diretor Alexandre Fleming.

Oca Maloca
19:00H | Projeto Espezinhar | Artur Dória | Arte Urbana

Gavetas, mesa, máquina de escrever, cadeira e a presença do performer. Artur Dória se une e se choca com esses elementos, encontrando a multidão e a solidão, pelas pedras, areia, água, lixo e folhas secas, nas ruas, no espaço público, nas pessoas. O espaço íntimo, tido primordialmente como lugar de resguardo e privacidade, não se contém e se aproxima, introduzindo uma intimidade com o espaço público. A performance-experimentação de Arthur versa com a necessidade dileta de despir-se dos segredos. Não há segredo nas gavetas, estão todas abertas, são feridas da rua, quadros em que se pode adentrar.

Sinopse
Gavetas colhidas da rua estão dispostas no espaço. Cada uma delas exibe um material específico. Próximo a estas, uma mesa, sobre ela, uma máquina de escrever e uma cadeira. O performer caminha pisando somente dentro das gavetas até chegar à máquina, experimentando, sem pressa, os seus conteúdos. Ele senta, sente e escreve o que desejar. A ação se repete conforme a necessidade do performer.
 

Escola Porto Iracema
19:00H | A Mancha Roxa | Grupo Imagens de Teatro | Teatro

Com 15 anos de atuação em Fortaleza, o Grupo Imagens de Teatro reúne em sua trajetória espetáculos intensos que conquistam público e crítica. Com foco no teatro realista e em pesquisas sobre os submundos possíveis nas realidades vivenciadas, assim como afinação com os textos do dramaturgo Plínio Marcos, o grupo já se apresentou em diversos festivais no Brasil. Entre os espetáculos montados, estão Dois Perdidos numa Noite Suja, Navalha na Carne, Abajur Lilás, Dr. Qorpo, muitos deles se mantiveram em cartaz por muitos anos em espaços da capital cearense. 

Sinopse do espetáculo
A Mancha Roxa apresenta a convivência entre sete presidiárias em uma cela especial. No convívio, descobrem ser portadoras de uma doença. Em meio a relações de opressão, violência, amor e rebeldia entre elas e a carcereira, a trama se mostra ainda mais complexa quando  descobrem que uma das detentas, ao contrário do que pensavam, não possui o vírus e, desse momento em diante, passa a ser perseguida.

Ficha Técnica
Texto: Plínio Marcos. Direção, assessoria e produção: Edson Cândido. Elenco: Kátia Camila, 
Tarciana Castelo Branco, Cintia Daisy, Larissa Montenegro, Leila Ramos, Kekel Abreu, Luiza Pontes, Luz Ciel Carvalho. 
 

Palco Praça Verde
19:30H | | Women of Reggae | Música

O coletivo Women of Reggae reúne seletoras de Fortaleza em um projeto de fortalecimento, difusão e empoderamento feminino por meio do reggae e das mensagens da música de origem jamaicana.
As seletoras do Coletivo, colecionadoras de registros reggae em vinil, iniciaram suas atividades no mesmo período e representam um novo período de destaque do movimento feminino no reggae e nas pistas das festas e eventos. O encontro reúne Betty Silverio (Roots and Culture), Indira Marley (Reggae da Diretoria), Jordanna Thiellys, Manu Star, Lady Luh, Pabliana Jah e cantoras como Nayra Costa, Carolina Rebouças e Roberta Kaya.
 

Palco José Avelino
19:40H | Solarística | Sundogs | Música

Sundogs é uma banda independente autoral da cidade de Sobral, Ceará. Formada por Alisson Kyldare (Bateria), Douglas Rodrigues (Baixo), Diego Zick (guitarra solo e voz) e Thomaz Andrey (Voz e guitarra), o grupo aposta em uma nova roupagem, mais arrojada e madura. Em suas canções, imprimem letras que refletem sobre a existência e os dramas da vida cotidiana, poesia que se soma a uma pegada grunge e à experiência de 11 anos atuando na cena da música independente do interior do Ceará. O quarteto atualmente está circulando seu primeiro CD intitulado Solarística.

Palco Praça Verde
20:00H | Quebrando o Silêncio do Medo | Somos Todas Marias | Arte Urbana

O Grupo de Teatro Somos Todas Marias surgiu de movimentos populares feministas do Ceará, formado por jovens mulheres artistas de diversas periferias de Fortaleza em 2012. Trabalhando com as vertentes do Teatro Social e do Teatro Brincante, tem como objetivo dar visibilidade à pauta da mulher com a temática da violência de gênero e de raça, em comunidades com população em situação de vulnerabilidade social. A Instalação "Quebrando o Silêncio do Medo" cria espaços de discussão e experimentações para provocar o debate e gerar inquietações. Seu principal local de atuação é nas periferias, becos e favelas, sempre buscando fazer a ligação entre a vida em si e os espaços públicos (pólos culturais, praças, ruas e etc.), onde se possa agregar um maior número de pessoas que participem da performance.

Sinopse do espetáculo:
A cidade silenciosa desperta para o gritar assombroso de um sino inerte ocupando as ruas. A Instalação "Quebrando o Silêncio do Medo", representa a continuidade da pesquisa estética do grupo, que utiliza o sino como signo, com a proposta de construir um pensamento crítico sobre a violência de gênero e raça, através do empoderamento das mulheres.  Uma pergunta que atravessa. Ou será um pedido de socorro? A cidade tenta continuar sua rotina. O sino toca, a mulher chora. 

Ficha técnica:
Dhanny Marinho, é diretora e atriz em formação em Teatro pelo IFCE, Educadora Social e Militante dos Direitos Humanos. Joice Forte Gomes é atriz em formação em Teatro pelo IFCE, é Arte Educadora/Capoeirista

Oca Maloca
20:00H | Clube de Babananas | Rayane Mendes e Igor Cândico | Circo

Construído em uma perspectiva moderna da bufonaria, o Clube de Babananas é a ruptura das convenções amorosas. Desenvolvido pelo casal de palhaços Rayane Mendes e Igor Cândido, o número explora a sintetização do romantismo e o grotesco, gerando assim, um misto de sensações em seu público. O espetáculo resgata o humor ácido e burlesco dos cabarets europeus associado à palhaçaria cearense, trazendo à cena um casal que não hesita em compartilhar suas mais secretas intimidades,resultando em uma proposta moderna e hilariante. Rayane Mendes é atriz, palhaça e graduanda em teatro pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE); Igor Cândido é palhaço, designer gráfico e também estuda Teatro no IFCE.

Sinopse do espetáculo:
Abu e Lupita são um casal de apaixonados determinados a provar o seu amor a qualquer custo, mesmo que isso exponha suas mais profundas intimidades. Entre beijos, bebidas e bananas babadas, sejam todos bem-vindos ao Clube de Babananas, um número que vai fazer você vomitar de rir.

Ficha ténica:
Criação e atuação: Rayane Mendes e Igor Cândido
 

Oca Maloca
20:00H | Entre o coelho e a cartola | Mágico Jeffy | Infantil

O artista Mágico Jeffy apresenta seu mais novo espetáculo em experimentação Entre o coelho e a cartola. O espetáculo tem duração aproximada de 20 minutos e durante esse período a plateia será transportada para um mundo onde a imaginação pode levar a qualquer lugar, livre para todos os públicos. Desde 2010 o mágico Jeffy, ou simplesmente Jeffy, vem atuando na animação dos mais diversos tipos de eventos, contando em seu histórico desde participações em emissoras de TV, festivais internacionais, faculdades, entre outros. Conta com uma estética própria, construída a partir de números com intensa participação do público.

Sinopse do espetáculo
Durante o espetáculo Entre o Coelho e a Cartola são apresentados números clássicos da magia internacional usando sempre de narrativa própria, visando transportar os espectadores para dentro do show, com números que não só são realizados pela plateia como também com desfechos inusitados e surpreendentes.

Ficha técnica:
Mágico Jeffy: Jeffersson Alves Pereira 
 

Oca Maloca
20:00H | Sem Fio | Gabriela Jardim | Circo

Os dispositivos eletrônicos portáteis são produzidos cada vez mais com menos texturas. Touch screen, wireless, wi-fi. Os atravessamentos sonoros distorcem as percepções e nos guiam apáticos perante à modernidade, debilitando os sentidos. Sem Fio apresenta a condução de um número circense a partir desses conceitos. Baseada no tema Percepção, oriundo de uma experiência de Gabriela na faculdade de Psicologia, a artista passou a pesquisar movimentos na corda lisa, utilizando-se de uma versão editada peça musical Valsa das Flores, de Tchaikovsky, com efeitos de som oriundos de dispositivos e programas de comunicação (aparelhos eletrônicos portáteis, computadores, Facebook, Whatsapp etc.). 

Sinopse:
Os dispositivos eletrônicos portáteis são produzidos cada vez mais com menos texturas. Touch screen, wireless, wi-fi. Os atravessamentos sonoros distorcem as percepções e nos guiam apáticos perante à modernidade, debilitando os sentidos. Sem Fio, de Gabriela Jardim, é conduzido a partir desses atravessamentos sonoros, editados na música Valsa das Flores, de Tchaikovsky.

Ficha Técnica
Intérprete-Criadora: Gabriela Jardim. Produtor: Iago Domingos
 

Teatro Dragão do Mar
20:00H | Compilation | Cia Vatá | Dança

A Cia Vatá nasceu no Rio de Janeiro em 1994, onde atuou no mercado carioca e paulista por alguns anos. Em 2000, a companhia se constituiu genuinamente cearense, dirigida pela coreógrafa Valéria Pinheiro, a convite de Flávio Sampaio, docente responsável pelo curso de Dança da Universidade Gama Filho. O espetáculo Compilation navega por códigos e ritmos dos folguedos do nordeste brasileiro, fundindo o sapateado americano ao coco, ao baião, ao frevo, ao maracatu, ao cabaçal e a outras manifestações folclóricas. É inspirado nas poesias de Ascenso Ferreira e Patativa do Assaré, e finca o corpo nas imagens dos barros de Mestre Vitalino, nos tempos esgarçados do sertão, nas bandas cabaçais, reisados e maracatus.   Durante 16 anos, sob direção artística de Valéria, a Cia Vatá vem de forma cuidadosa sedimentando seu território no Ceará, Brasil e mundo. Compilation já navegou por vários mares entre 2009 e 2016, sendo apresentado em diversos estados do  Brasil, por meio de editais, e no exterior, por festivais em Canadá e Nova Iorque. 

Sinopse do espetáculo
Compilation é, como próprio nome diz em inglês, uma compilação da obra da Cia Vatá, que de forma harmoniosa une coreografias criadas ao longo de 16 anos pela companhia, imprimindo uma dramaturgia maestrada por dois arquétipos: Mateus e Catirina. Nesse caminho, o  espetáculo se faz novo a cada ano. É uma obra aberta. Folia, música ao vivo de rabecas, alfaias e pianos, a poesia de Ascenso Ferreira e Dorival Pinheiro, ditam a linha do tempo.

Ficha técnica
Direção e coreografia: Valéria Pinheiro. Realização: Cia. Vatá. Integrantes: Valéria Pinheiro, Carina Santos, Rodrigo Claudino, Dayana Ferreira, Makito Vieira, Rafael Abreu, Heber Stalin. Direção musical: Rodrigo Claudino, Valéria Pinheiro, Makito Vieira. Figurinos: Paulo José. Operação de luz e palco: Fábio Oliveira. Fotos: Adriana Pimentel. Operação de som: Marco Sala. Direção de produção: Rosina Popp. Produção executiva: Sarah Matos. Assessoria de imprensa e comunicação: Kamila Rabelo. Vídeos: Marcelo Paes de Carvalho. Produção visual: Rodrigo Claudino.
 

Avenida Almirante Saldanha
20:00H | Ir Por Onde Flor | Eden Loro | Arte Urbana

Eden Loro é um artista visual que atua em Fortaleza buscando relacionar as intervenções de grafismo com o lugar de interesse para a obra. Já realizou séries de arte urbana com poemas de muro, como Mãos Feitas pra Construir com o grupo GRAFITICIDADE(2008), Ir Por Onde Flor (2013) e Aves Livres (2015). Identifica-se com a ação prática e rápida, buscando a utilização de materiais mais objetivos como, o estêncil, lambes e ilustrações de poucas cores, sem descartar, no entanto, a possibilidade de circular por outras vertentes

Sinopse
O Ir por onde flor é uma intervenção urbana de Eden Loro com a poesia de Sivirino de Cajú, que desde 2013 busca dialogar com a cidade e seus percursos urbanos por uma comunicação poética com a população transeunte de Fortaleza. Utiliza as técnicas da arte urbana (lambe-lambes, estêncil, signos e cores) para significar a cidade a partir de uma comunicação com a rua e seus desvios. É uma forma de intervir de maneira poética na cidade. 

Ruas no entorno do Dragão do Mar
20:00H | Devorando Heróis - a tragédia segundo os Pícaros | Coletivo Os Pícaros Incorrigíveis | Teatro

O Coletivo Os Pícaros Incorrigíveis é um grupo de teatro que atua na cidade de Fortaleza, no Ceará, desde o ano de 2011. Pesquisa a linguagem do teatro de rua vista pelo filtro da Picardia e da figura marginal do Pícaro. Um anti-herói por excelência, o Pícaro é aquele que subvertendo a lógica do poder estabelecido denuncia através de suas  ações de insurgência as mazelas e idiossincrasias de nossa sociedade. Em nossas montagens convidamos atores/performers/músicos e público a usufruírem e ocuparem o espaço público num encontro que mistura teatro, música,
performance e festa. 

Sinopse do espetáculo
Os Pícaros Incorrigíveis trazem nesse espetáculo as trágicas histórias de dois heróis da Grécia Antiga, Prometeu e Ájax. O grupo parte de uma leitura da clássica dramaturgia grega para chegar ao pícaro contemporâneo, um carnavalesco sopro de contestação ao cinza concreto da metrópole com seus corpos enrijecidos pela engrenagem do sistema. Um turbilhão de cores, corpos, imagens, ritmos, músicas, rasgam o espaço urbano para compor a picardia.

Ficha técnica
Texto: Beto Menêis. Direção: Murillo Ramos. Elenco: Alysson Lemos, Beto Menêis, Daniel Rocha, Junior Barreira, Moisés Filipe, Murillo Ramos, Paula Yemanjá e Pedro Caleb. 
 

Palco Draga Dragão
20:10H | Eu vejo você | Projeto Rivera | Música

Lançado em 2013, em Fortaleza, o Projeto Rivera reúne som alternativo com traços regionais, mesclando rock, MPB e baião. Em 2015, o grupo lançou o primeiro CD, Eu vim te trazer o sol com 13 faixas. Vídeos e intervenções urbanas com foco nas letras da banda também estão entre as atividades realizadas pelo quinteto. 
Em 2016, a banda foi contemplada no Laboratório de Música do Porto Iracema das Artes e contou com a possibilidade de trabalhar no segundo álbum Eu vejo você. Projeto Rivera é formada por Victor Caliope (vocal), Bruno Santos (guitarra), Matheus Brasil (bateria) e Flávio Nascimento (guitarra).
 

Palco Rogaciano Leite Filho
20:20H | Where Do The Wild Dogs Live? | Old Books Room | Música

Banda de rock alternativo que experimenta guitarras furiosas, baixo pulsantes, bateria pesada e dinâmica, e sintetizador atmosférico na mistura do Indie Rock, ao Grunge, ao Shoegaze/Dream Pop. Presente na cena musical de Fortaleza desde 2011, Old books room é formada por Reinaldo Ferreira (guitarra/voz), Ricardo Ferreira (guitarra/voz), Diego Fidelis (baixo/backvocal), Felipe Portela (teclados), e Davy Nascimento (bateria), em Fortaleza no ano de 2011.

Com dois trabalhos de estúdio lançados, o CD Songs About Days (2014), e o EP The Last Angry Boys In Town (2015), a banda também está em fase de lançamento de seu terceiro material de estúdio, o EP Where Do The Wild Dogs Live?. 
 

Palco Praça Verde
20:45H | | Missão Miranda | Música

A banda de reggae Missão Miranda foi formada em meados dos anos 2000 na cidade do Crato, na região do Cariri, no Ceará. Com forte relação com o reggae raiz, o grupo possui repertório próprio e aborda mensagens positivas por meio da música. Algumas das influências da banda são Bob Marley, Groundation,The Congos. 
A banda Missão Miranda é formada por Eder Brown (bateria), Marcelo (voz e guitarra), Erilson (baixo), Erivan (teclado) e Nivando (sax). 
 

Palco José Avelino
21:00H | Zombie Walk | Lavage | Música

Desde 2003, a banda Lavage constrói uma trajetória na cena musical com proposta de redesenhar o punk rock clássico dos anos 70 e 80 em diálogo com uma estética própria. Surgida em Fortaleza, com seis álbuns e oito clipes gravados, além da experiência na cena de rock independente. Atualmente, a Lavage está divulgando seu mais recente trabalho, intitulado Zombie Walk, lançado em 2016. Eventos e festivais de música locais e nacionais fazem parte da história da Lavage, como Festival Ponto.CE, ForCaos, Mostra de Música de Fortaleza Petrúcio Maia, Rock Cordel, BH Indie, Palco do Rock de Salvador. 
Entre as influências da banda estão Ramones, Sex Pistols, The Clash, The Hives, Dead Boys etc. Lavage é composta por Bruno Andrade (vocal), Everardo Maia (guitarra), Rafael Maia (baixo), Rogério Ramos (bateria) e Glenio Mesquita (guitarra/backing vocal).
 

Palco Anfiteatro
21:00H | | Maquinas | Música

Composto por Samuel Carvalho, Allan Dias, Gabriel de Sousa, Guilherme Lins e Roberto Borges, Maquinas é influenciado por uma série de gêneros musicais. O grupo parte de muitas das sonoridades propostas pelo rock alternativo dos anos 1980 e 1990, além do experimentalismo e da livre improvisação, com pouca preocupação em seguir estéticas pré-estabelecidas. No meio das distorções e microfonias propostas em suas canções, há também a força e o interesse em uma construção musical a partir da calmaria, como instantes que antecipam uma tempestade. Estes elementos se acumulam, então, em uma experiência sonora que deseja transmitir sentimentos introspectivos que são carregados como fardos; impulsos juvenis, processos de amadurecimento, tomadas de consciência e pequenas válvulas de escape diante da vida real.
 

Teatro das Marias
21:00H | Transitórios | Cia Teatral Criando Arte | Teatro

A Cia Teatral Criando Arte iniciou sua trajetória em 2005, na cidade de Varjota, interior cearense. Em mais de uma década de existência, o grupo realizou diversos espetáculos, participando de festivais, realizando eventos em cidades da região e atuando em ações de promoção da arte e cultura por meio do teatro. A companhia também realiza montagens e estudos em teatro popular e contação de histórias. 

Sinopse do espetáculo
O espetáculo é composto de diversas cenas que, juntas, mostram os efeitos do tempo na vida humana. Fatias de vida de pessoas comuns são trazidas ao palco em tom nostálgico. Um passeio por situações distintas. Algumas dramáticas, outras divertidas... Histórias de encontros,  abandonos, expectativas, decepções e surpresas, que fazem parte da vida de qualquer pessoa.

Ficha técnica
Texto: Rafael Martins. Colaboração dramatúrgica: Mailson Furtado, Yuri Yamamoto e atores Direção: Mailson Furtado. Assistente de direção: Yane Cordeiro. Preparação corporal: Jorge Antônio. Direção musical: Betto Rodrigues e João Azevedo. Cenário e figurinos: Yuri Yamamoto. Iluminação: Renancio Monte. Elenco: Allan Mesquita, Betto Rodrigues, Emanuel Cruz, Félix Neto, Iva Matias, João Azevedo, João Paulo Silva, Jocely Ferreira, Jorge Antônio, Joycilene Rodrigues, Lara Melo, Mailson Furtado, Neto Duarte, Victor Salles, Yane Cordeiro, Nando Furtado (participação especial). 
 

Teatro Sesc Iracema
21:00H | Entre Contenções  / Como superar o grande cansaço? | Eduardo Fuskushima | Dança

Eduardo Fukushima é bailarino paulistano, trabalha como coreógrafo, dançarino e professor, formado em Dança pelo Curso Comunicação das Artes do Corpo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC). Desde 2007 realiza pesquisa solo em dança contemporânea desde 2007, desenvolvendo cinco solos trabalhos, dentre eles estão Entre Contenções (2008) e Como superar o grande cansaço? (2009/2010).

Sinopse do espetáculo Entre Contenções
Uma peça curta de dança que se desenvolve a partir de três gestos. Tem como foco o movimento na sua crueza como possibilidades de comunicação, sem interfaces de elementos cênicos, sendo assim, com o básico de iluminação e figurino. Um corpo que explora a dificuldade verbal de comunicação e a incerteza através do movimento. Entre contenções há possibilidades de comunicação. Este solo foi desenvolvido no projeto DEZ SOLOS E REVERBAÇÕES de Key Zetta e cia, em 2008 e premiado pelo PROAC Circulação 2009 através do Coletivo de solos no projeto SOLOS E REVERBERAÇÕES. Também recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna em São Paulo.

Ficha Técnica
Direção, Criação e Dança: Eduardo Fukushima. Orientação de pesquisa: Key Sawao, Ricardo Iazzetta e Daniel Fagundes. Assistência artística Geral: Hideki Matsuka e Beatriz Sano. Apoio artístico: Luana Minari. Fotos: Mariana Teixeira e Marcelo Maffei. Fotos: Inês Corrêa. Filmagem: Ana Elisa Carramaschi. Direção Técnica e Operação: Calu Zabel. Produção: Carolina Goulart.

Sinopse do espetáculo Como superar o grande cansaço?
Um solo de dança de Eduardo Fukushima criada em 2010 com composição musical de Felipe Ribeiro. Um grande cansaço. No tempo. No ar. O corpo no chão. A partir do cansaço e sensações niilistas, surge a pergunta Como superar o grande cansaço?, sem pretensões de respostas, a pergunta é desenvolvida em linguagem corporal. A dança é a própria pergunta como vontade de potência e geradora de movimento. A performance é construída a partir de gestos e intenções dentro de uma qualidade de movimento específica aliada a repetição, chegando a um estado corporal meditativo que se desenvolve e permanece. Uma dança que existe no confronto com o cansaço, com a precariedade e fragilidade da vida. Uma dança que apesar do cansaço continua. Essa dança foi premiada com a bolsa de pesquisa em dança contemporânea Rumos Dança Itaú Cultural 2009/2010 e Difusão Rumos-Dança Itaú Cultural 2010/ 2011/2012. 

Ficha Técnica
Direção, Criação e Dança: Eduardo Fukushima. Orientação da pesquisa: Key Sawao. Criação sonora: Felipe Ribeiro e Eduardo Fukushima, inspirada em improviso de Henrique Iwao, Mário Del Nunzio e Jean-Pierre Carón. Assistência artística Geral: Hideki Matsuka e Beatriz Sano. Preparação corporal: Eduardo Fukushima. Fotografia: Inês Correa. Direção Técnica e Operação: Calu Zabel. Produção: Carolina Goulart.

Palco Draga Dragão
21:20H | As Bahias e a Cozinha Mineira Etc & Tal | As Bahias e a Cozinha Mineira | Música

As Bahias e a Cozinha Mineira é uma banda formada em São Paulo, em 2011. Os vocais poderosos das Bahia e a potência musical da Cozinha Mineira dialogam com a música brasileira e as inventividades possíveis a partir das particularidades e encontros. Mulher, disco de estreia lançado em 2015, aponta para o universo feminino, especialmente aquele que permeia a vida das mulheres negras, pobres, indígenas e transexuais, temática que atravessa o trabalho do grupo. 

A banda As Bahias e a Cozinha Mineira é formada por Assucena Assucena (compositora e intérprete), Raquel Virgínia (compositora e intérprete), Rafael Acerbi (arranjador e guitarrista), Rob Ashtoffen (baixista), Carlos Eduardo Samuel (tecladista), Vitor Coimbra (baterista) e Danilo Moura (percussionista).
 

Palco Praça Verde
21:50H | Confissões de um velho regueiro - Tribo de Jah 30 anos | Tribo de Jah | Música

Tribo de Jah, uma das bandas precursoras do reggae no Brasil, celebra 30 anos de carreira com o álbum e show Confissões de um velho regueiro. A banda maranhense icônica do reggae nacional compartilha com o público as experiências da trajetória com um álbum com 17 canções inéditas, mostrando a potência de sua música. O álbum conta ainda com a participação do filho do vocalista Fauzi Beydoun, Pedro Beydoun, que canta quatro músicas com a banda, próprias e em parceria com o pai. 
A Tribo de Jah é formada por Fauzi Beydoun (vocalista, guitarrista e compositor), Aquiles Rabelo Filho (baixista), Netto Enes (guitarrista, solo e vocais), João Rodrigues (baterista), Bives (tecladista) e  Pedro Beydoun (guitarrista e vocalista).
 

Palco Rogaciano Leite Filho
21:50H | Unbreakable | Nafandus | Música

A banda Nafandus mescla rock?n roll com elementos musicais relacionados ao nordeste brasileiro. Criada em 2012, em Fortaleza, as músicas da banda contam com inspirações sonoras e estéticas de referências como Black Sabbath e Led Zeppelin, assim como Stoner e Desert Rock. A banda também dialoga com elementos folk, percussivos e influência da música cearense. 
O show Unbreakable, nome do segundo EP da Nafandus, utiliza conceito visual de um cenário pós-apocalíptico e desértico, com inspiração nos personagens da franquia Mad Max, fazendo referência às lutas e dificuldades enfrentadas cotidianamente. 
Uma das vencedoras da VIII Mostra de Música Petrúcio Maia, em 2017, a banda é figura constante nos festivais de música. A Nafandus é formada por Claudine Albuquerque (vocal), Lucas Santiago (guitarra e vocal), Lucas Rodrigues (guitarra), Lucas Ravel (baixo e vocal) e Tiago Skilo (bateria e samplers). 
 

Oca Maloca
22:00H | | Naviguer | Música

Naviguer é um projeto lançado no ano de 2015, formado por Matheus Oliveira e Lucas Neto. O duo tem influências da banda Indie britânica The XX e da banda de rock psicodélico australiano Tame Impala. As músicas que têm um estilo psicodélico e variante do rock e trazem aos ouvintes uma sensação de viagem, subjetividade. Os instrumentos usados são guitarra, baixo e efeitos sonoros especiais.

Maloca Parties Biruta
22:00H | Sem título | Canoa em Cores | Arte Urbana

Canoa em Cores, originária de Canoa Quebrada (CE), é fundada por Mauro Oceans, Stefano Libertini e Ricardo Keferaus. A proposta é de realização de interferências visuais urbanas por meio de pinturas em murais e grafite como uma linguagem institucional, utilizando espaços públicos e privados nas cidades. O Coletivo participou no I Festival Conexões Aracati, que teve participações dos artistas Narcélio Grud, Rafael Limaverde, Maira Ortis e Stefano Libertini.

Sinopse
Canoa em Cores propõe realizar um mural de grande porte que dialogue com a cidade, valorizando a cultura local e afirmando os conceitos artísticos e urbanos em uma intervenção urbana contemporânea.
 

Palco José Avelino
22:30H | | Cólera | Música

Um dos nomes mais icônicos do punk rock nacional, a banda Cólera se reinventa no cenário musical produzindo com vitalidade com quase 40 anos de atuação. Com trajetória marcada por shows históricos, Cólera abriu caminhos para outras bandas do gênero no País. Com reformulações na formação, atualmente, a banda conta com Wendel (vocais), Pierre (bateria), Val (baixo), Fabio (guitarra) e o Cólera traz sua incomparável energia em uma apresentação que convidará o público a acordar ao som de músicas inéditas. 
 

Palco Draga Dragão
22:40H | #SraChicheraTour | La Yegros | Música

La Yegros é uma cantora de Buenos Aires (Argentina) que apresenta uma mistura explosiva que vai do funk, dub, rap a cumbia em músicas super dançantes. Com tons das músicas indígenas amazônicas e onda relaxada de uma rappera chique, a cantora La Yegros, utiliza ritmos frenéticos, uma pegada eletrônica, acordeão, guitarra, percussão e sua voz para caracterizar um novo som de cumbia, ritmo colombiano difundido mundialmente. Seus shows prometem fazer as pessoas dançarem do começo ao fim! 
O primeiro álbum da artista, Viene de Mi, de 2013, tem uma variedade de influências que combinam música tropical, folclore, reggae, dancehall e música árabe. O álbum Magnetismo, lançado em 2016, traz músicas como Chicha Roja, Dejáte Llevar, Arde e Sueñitos. 
La Yegros já percorreu o mundo, tocando em quase 20 países ao longo dos últimos dois anos. Participou de festivais no Marrocos, Hungria, França, México e Brasil, conquistando o público dos países que visitou. 
Seu projeto é produzido por Gaby Kerpel, também conhecido como King Coya, compositor argentino que já compôs trilhas sonoras para produções internacionais como Fuerza Bruta e De LaGuarda.