// Programação
DIA 25 DIA 26 DIA 27 DIA 28 DIA 29 DIA 30


// Dia 30 de Abril | Domingo
Palco Nublu Estoril
00:00H | | Cambará | Música

O Grupo Cambará surgiu em 2012, através do encontro do compositor, cantor, violonista e guitarrista Egídio de Oliveira, com o compositor e trompetista Jordão Luz, em uma confraternização conhecida como Samba do Lago, que reunia músicos, compositores e admiradores da música na praça do Lago Jacarey aos domingos. A partir desse encontro formaram o Grupo Cambará com Ednar Pinho no baixo e Igor Ribeiro na bateria.
Atualmente o grupo apresenta composições autorais influenciadas também pela MPB, Jazz e Música Regional Nordestina. O Cambará une canções (música cantada) e músicas instrumentais em uma mesma apresentação. Suas músicas próprias são um convite à mais íntima expressão do Grupo Cambará, que tem como principais influências musicais são: Tom Jobim, Edu Lobo, Hermeto Pascoal, Guinga, Djavan, João Bosco, Miles Davis, Wynton Marsalis e Breculê.

Maloca Parties Mambembe
00:00H | | Lascaux | Música

Lascaux é uma banda fortalezense de synthrock autoral que dialoga com reggae, new wave, glam rock e tem uma nostalgia oitentista. Por meio de seu som, a banda aponta para uma temática de geração encurralada numa urbe tropical e decadente. Criada em 2016, a banda possui integrantes com experiências diversas em trabalhos (antigos e atuais) com outras bandas do cenário local. A banda é formada por Eric Lennon (baixo), George Alexandrez (vocal), Lua Underwood (vocais e sintetizador), Rony Duarte (bateria) e Samuel de Melo (guitarra).

Maloca Parties Pirata
00:00H | Sistema Estereofônico | Borogodó | Música


Composto por Daniel Goiana e Selekta Fisherman, a proposta é ser mais que um coletivo de DJs. A ideia é uma plataforma colaborativa em que as discotecagens sejam um ponto de partida para conhecer cada vez mais a ginga e o suingue da música brasileira.
Nosso passeio sonoro busca contemplar ao máximo a imensidão sonora brasileira, indo desde o rojão, forró, baião, carimbó, soul e psicodelia dos anos 1960/70, agitando com os boogies e experimentos baianos do axé dos anos 1980, até ao groovie contemporâneo que continua a balançar nosso povo.
Hoje, os DJs são residentes dos projetos Sarará Miolo (DJ Daniel) - Birosca e ÁfricaBrasil (Selektah Fisherman) - Ajeum de Oya, além de serem co-realizadores e realizadores da Ziriguidum (festa voltada exclusivamente para a música brasileira tocada no vinil) - Casa Fora do Eixo e Lions Bar.
 

Palco Nublu Estoril
01:00H | Lançamento do álbum Praia Futuro | Praia Futuro | Música

O tecladista e saxofonista turcosueco Ilhan Ersahin, fundador da gravadora nova-iorquina Nublu, uniu forças com alguns dos principais músicos nordestinos da atualidade, o baterista/produtor Yuri Kalil, o guitarrista Fernando Catatau, da banda Cidadão Instigado (dentre outros projetos) e André Dengue, baixista da banda Nação Zumbi. Os músicos se inspiram em uma combinação de rock com a rica cultura musical nativa do nordeste do Brasil, mais do que em qualquer conceito de samba ou bossa. 

Arena Dragão do Mar
01:00H | | Jam Session de Dança | Dança

Os alunos do Curso Técnico em Dança (CTD) da Escola Porto Iracema das Artes, em comemoração ao Dia Internacional da Dança, realizam diversas apresentações na Maloca Dragão. Entre elas, a Jam Session de Dança.

Jam Session - improvisação de dança
É um espaço seguro para a livre experimentação em dança improvisada. JAM significa Jazz After Midnight. Como os músicos de jazz, é possível praticar Contato Improvisação dançando nas JAM?s. O fundamental é que, toda vez que dançamos, temos o potencial para aprender. Os participantes sempre têm a escolha sobre a forma de começar, como se engajar, como e quando finalizar uma dança.

Maloca Parties Mambembe
01:15H | Lançamento do EP Tropical Technology | New Model | Música

Lua Underwood e Lola Aaliyáh forma o duo New Model que, desde 2015, atua em Fortaleza. Sintetizadores, glam rock e música eletrônica fazem parte do som da dupla, que conta ainda com referências e influências das artes visuais, vivências na cidade natal, assim como o visual marcante e inventividade. Partindo das questões pessoais, o New Model também traz para discussão questões de gênero e liberdade. 
O primeiro trabalho do duo é o EP Tropical Technology, lançado em 2017 pela Boldo Musical. 

Maloca Parties Pirata
01:15H | Me Perder Me Faz Andar | Juruviara | Música

Desde 2005, Juruviara dedica-se à música como forma de expressão e liberdade. Grava seu primeiro álbum em 2012, Me Perder Me Faz Andar, junto dos músicos Jordão Luz (Trompete), Germano Lima (Baixo) e Dudu Kamiza (Percussão). Atualmente, traz no repertório canções que mesclam diversos ritmos da música brasileira, do dançante ao cancioneiro popular. 

Teatro Dragão do Mar
16:00H | Mãe por meia hora | Circo-Teatro Pimenta | Circo

Espetáculo "Mãe por meia hora" é uma estória de palhaço que envolve a brincadeira do casamento atrapalhado e peripécias de um palhaço esperto, produto do Circo-Teatro Pimenta e Mestre de Cultura do Estado do Ceará, um senhor de 72 anos que vem levando sua vida artística em circo desde os 14 anos de idade, reconhecido pelo Ministério da Cultura do Estado em 2012.

Sinopse do espetáculo
Mãe por meia hora: uma carta com uma proposta irrecusável de casamento e o azar do palhaço. Mestre de cena: (depois de ler a carta). Pimenta! Ta vindo um milionário pra casar com minha mãe, estamos ricos, ricos! Comemoram, e logo o palhaço Pimenta retruca - Mas como vamos ficar ricos? Se tua mãe acabou de viajar. Mestre de cena - Pimenta vai até ali e volta. Uma sensacional comédia que você vai rir do começo até o fim.

Ficha técnica:
Elenco: José de Abreu Brasil, Mestre Pimenta Jorge Brasil, Aila Brasil, Aparecida Brasil e Rafael Lopes. Produção técnica: Ricardo Bruno e Rebeka Lúcio.
 

Rua Tabajaras
16:00H | Cara de Viado | Márcio Peixoto | Arte Urbana

Márcio Peixoto é artista multimídia (artes visuais; audiovisual e música) e pesquisador. Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, desenvolve projeto prático de pesquisa em processos de criação e produção de imagens de si nos espaços e telas midiáticas da contemporaneidade. Para este projeto, conta com a colaboração e parceria de Mayara Uchôa, graduanda do curso de Licenciatura em Teatro, pelo IFCE, integrantes da turma 2015-2016 de Princípios Básicos de Teatro (Theatro José de Alencar) e Toni Benvenuti, ator, performer, fotógrafo e mestrando em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGARTES) da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Sinopse
O que é ter Cara de Viado? A partir de uma série de intervenções gráficas nos rostos de registros fotográficos cedidos por homens homossexuais, a ação faz uso do lambe-lambe para tencionar aspectos relativos às identidades e ao imaginário coletivo que permeia as vivências sociais desses sujeitos, ao levar para o espaço da cidade novas visualidades para a ideia do que é ter Cara de Viado.
 

Arena Dragão do Mar
17:00H | Histórias de Heróis Negros | Edivaldo Batista | Infantil

Encontramos a figura do Herói em todas as manifestações mitológicas que constituem a cultura oral de um povo. Não seria diferente nas mitologias africanas. Por isso Histórias de Heróis Negros é um espetáculo de narração voltado para o público infantil, realizado pelo ator e pesquisador Edivaldo Batista, com base nas narrativas mitológicas do herói africano. 

Sinopse da proposta
O espetáculo acontece em espaços livres, acompanhado de uma bicicleta e nela todos os adereços e apetrechos necessários para apresentar as aventuras de Sudika-Mbambe, um herói cultural dos Ambundus de Angola.

Ficha ténica
Concepção, Atuação e Direção: Edivaldo Batista. Figurino: Francisca Li Produção: Edivaldo Batista. Cenário: Francisca Li. Preparação de corpo: Pedro Emanuel. Máscara: Sr. Marcos Apoio: Yuri Aldenhoff
 

Oca Maloca
17:00H | | Na Quebrada do Coco | Cultura Popular

O grupo Na Quebrada do Coco, de Fortaleza, conta um pouco das histórias de suas influências fazendo um passeio por alguns sotaques do coco de roda espalhados pelo Brasil. Assim, o espetáculo traz versos de diversas mestras e mestres importantes nessa brincadeira popular, mas também traz músicas autorais de artistas e brincantes de Fortaleza, procurando fortalecer a produção local e o reconhecimento dessa cultura que é herança de povos que ainda resistem em nossos dias. O espetáculo traz histórias contadas através de versos, nas batidas do pandeiro e alfaia e no balanço do ganzá.

Muro próximo ao Café do Dragão
17:00H | Flor de moça | JOX | Arte Urbana

A arquiteta e artista plástica Jox, figura recém-chegada à cena da arte urbana em Fortaleza, inaugura no Maloca Dragão 2017 a instalação Flor de Moça. Com cerca de 85 x 60 cm, lambe-lambe e tranças de cetim coloridas, a obra versa sobre a relação entre o ser humano e a natureza. A artista, que já fez a exposição individual Corpor, no Salão das Ilusões, e participou do Festival Concreto 2015. 

Sinopse:
A obra Flor de Moça é uma instalação sutil, que tem como tema a relação entre seres humanos e o mundo natural. Uma moça - delicada como se feita de nuvem - exibe uma orquídea e olha ternamente ao espectador. Moça e flor parecem ser apenas um ser - um convite a repensar a natureza como parte de nós mesmos.
 

Muro próximo ao Café do Dragão
17:00H | Sem título | Zé Victor | Arte Urbana

Zé Victor, artista cearense formado em design gráfico e atuante nas áreas de ilustração e artes plásticas, apaixonado por desenhar desde sempre. Através do skate teve contato com a rua, arte urbana e cultura hip hop ainda jovem. O incentivo de um professor de faculdade o fez começar no grafite há três anos, não parando mais na arte urbana. Entusiasta do calligraffiti, traz um estilo que mistura suas influências do desenho acadêmico e da rua, mesclando caligrafia e realismo nas suas intervenções.

Sinopse
Intervenções de grafite mesclado com caligrafia que exploram as possibilidades da arte fazendo intercessão entre estilos tradicionais e urbanos. As intervenções visam dialogar com a cidade trazendo questionamentos do nosso cotidiano.
 

Arena Dragão do Mar
18:00H | Cativeiro | Paula Yemanjá | Literatura

Trabalho inédito de narração de histórias voltado para o público adulto com textos de Eliane Brum, Nelson Rodrigues e Matéi Visniec; o espetáculo narra situações limite onde os personagens tomam atitudes extremas para se libertar da situação de aprisionamento que estão sujeitos. A atuação é da atriz, educadora e contadora de história Paula Yemanjá, graduada em Letras pela UECE. A trilha sonora é criada ao vivo pelo músico Moisés Filipe, cantor e compositor formado em música pela UFC, é atuante no cenário teatral da cidade como ator, preparador vocal e compondo sonoplastias.

Sinopse da proposta
CATIVEIRO: 1. Privação da liberdade sem obrigação de servidão; 2. Estado da pessoa cativa; 3. Tempo que dura esse estado; 4. Lugar onde se está cativo.

Ficha Técnica
Texto adaptado: Paula Yemanjá. Atuação: Paula Yemanjá e Moisés Filipe
 

Oca Maloca
18:00H | | Maracatu Nação Iracema | Cultura Popular

A Associação Cultural e Educacional Afro Brasileira Maracatu Nação Iracema, de Fortaleza, é uma associação cultural de cunho carnavalesco que participa do desfile de maracatu de Fortaleza .Em 2002, a fundação do Maracatu Nação Iracema fez surgir o grupo Tambores de Abogun, o grupo de dança Abogun Bolu, o grupo de Poetas Negros do Ceará; o Centro de Defesa da Vida e Resgate da Cultura Negra no Ceará, o cursos de construção de tambores e confecção de figurinos, além de cursos de cidadania e empreendedorismo e, como  um dos resultados desse processo, o desfile do maracatu no Carnaval de Fortaleza.
 

Escola Porto Iracema
18:00H | A dança nossa de cada dia | Silvia Moura | Dança

Silvia Moura é uma artista das conexões possíveis, entre o corpo e o pensamento. Comunica-se através das mais diversas mídias, utilizando a dança, a performance e a palavra como principais pontes para essa viagem entre sua vida e o olhar do público. Relação essa que permeia sua dança-desabafo, tornando-a uma das artistas mais emblemáticas no que diz respeito à educação, produção e difusão da dança no Ceará. O trabalho participou de Laboratório de Criação da Escola Porto Iracema das Artes, em Fortaleza. 

Sinopse do espetáculo
A Dança Nossa de Cada Dia inicia, transbordo. Estou num solo povoado de pessoas e sombras. Mais uma dança , mais um mergulho para um canto de mim , mais um encontro entre mim e outros. Dançar é assim: comigo e com o outro. Mais um desejo de transbordar os limites do já dançado, mais um questionamento compartilhado, mais um lixo dividido e salvo, mais um pouco de mim vazado. Salvo o que sobra de mim.

Ficha técnica
Dança de Silvia Moura. Proposta de Figurino: Matias Francisco, Marina Carleial, Rodrigo Ferreira, Ruth Aragão e Ilya Borges. Trilha: Wladimir Cavalcante. Participação e produção: João Paulo Pinho. Fotos: Jean dos Anjos | Luiz Alves |Paulo Winz. Tutoria:Luiz Mendonça. Colaboração: Alexandre Américo.

Teatro Dragão do Mar
18:00H | Avental Todo Sujo de Ovo | Grupo Ninho de Teatro | Teatro

Criado como grupo de teatro em 2008 e como Associação e Produtora Artística em 2009, o Ninho de Teatro é da cidade do Crato, no Cariri cearense. Ao longo da trajetória, o Grupo  desenvolveu e mantém sete espetáculos em seu repertório: Bárbaro (2008), Avental Todo Sujo de Ovo (2009), Charivari (2009), O Menino Fotógrafo (2012), Jogos na Hora da Sesta (2012), A Lição Maluquinha (2013) e Poeira (2016). Contribuindo com o desenvolvimento das artes cênicas na região do Cariri, o Grupo montou uma sede em 2011, a Casa Ninho, que recebe espetáculos, ensaios, reuniões e mostras de arte. A partir dos espetáculos difundem  a produção contemporânea do teatro feito no Cariri cearense. 

Sinopse do espetáculo
O espetáculo convida os espectadores a visitarem a casa de Alzira e Antero, um casal que há dezenove anos, junto à comadre Noélia, vive a angustiante espera do filho Moacir. Este cotidiano só se modificará a partir da inesperada visita de Indienne Du Bois. A partir dessas relações, trata da relação familiar, seus sentimentos, limitações e suas in/verdades. 

Ficha técnica
Texto: Marcos Barbosa. Direção: Jânio Tavares. 

Ruas no entorno do Dragão do Mar
18:00H | Meus 4 aninhos | As 10 Graças de Palhaçaria | Teatro

O Grupo As 10 Graças de Palhaçaria é composto, em sua essência, por artistas de rua com estudos voltados para a palhaçaria, o circo, a bufonaria e a cultura popular. Criado em 2012, em Fortaleza, o grupo desenvolve trabalhos nas linguagens de circo, teatro e performance, mas todos têm a rua como local de experimentação e fruição dos trabalhos. Em 2014, o grupo passou a realizar temporada permanente na Praça do Ferreira e em outros pontos de Fortaleza como forma de difundir a cultura do chapéu e impulsionar as formas de ocupação do espaço através da arte. Entre os espetáculos apresentados estão Cabaré da Desgraça, Mais uma grande besteira, No olho na rua. 

Sinopse do espetáculo
Partindo de uma tradicional festa de aniversário e dos seus elementos imagéticos, provocamos a suspensão, mesmo que momentânea, dos significados e sentidos dos espaços habituais e das ordens de convivência marcadas por uma suposta harmonia social. Pela criação de estados utópicos, onde possamos estabelecer espaços de desejo, reforçar laços em um estado de coisas onde a felicidade possa se fazer.

Ficha técnica
Concepção: Grupo As 10 Graças de Palhaçaria. Produção Executiva: Alysson Lemos e Lissa Cavalcante. Elenco: Alysson Lemos, David Santos, Igor Cândido, Edivaldo Ferrer e João Victor. 

Palco Rogaciano Leite Filho
18:30H | Racional | Andersoul | Música

O cantor, compositor e produtor cultural Andersoul, natural de São Paulo, chegou a Fortaleza em abril de 1996, e aqui estudou no conservatório de música Alberto Nepomuceno. Andersoul mistura elementos da música nordestina e passeia por vários estilos musicais, como reggae, soul, funk, Hip Hop, Afrobeat, Cumbia, jazz, blues e rock, trazendo originalidade em suas canções.
Andersoul já dividiu o palco com o saudoso Jair Rodrigues, Lulu Santos, Martinália, Baby do Brasil, Orquestra Imperial e Cedric Myton (The Congos). Em 2016, foi uma das atrações no Brazilian Days em Estocolmo, capital da Suécia.
Em sua carreira local, o cantor integrou as bandas Racional Sou e Groovytown, além de fazer cover do cantor jamaicano Peter Tosh e do rei do soul brasileiro, Tim Maia. Seu mais novo projeto é lançar seu primeiro disco intitulado RACIONAL e conta com a participação de grandes musicistas do cenário cearense.
 

Palco Draga Dragão
19:00H | A irreverência do Sertão contemporâneo | Geraldo Junior | Música

Geraldo Junior é um brincante, cantor, compositor e multi-instrumentista, que revela em sua música uma inquietação artística e fabulosa. Natural de Juazeiro do Norte, na efervescente região do Cariri cearense, cresceu em meio a diversidade da cultura popular tradicional. Esse cenário reverbera em seu trabalho, que passeia livremente por elementos contemporâneos e do universo dos reisados, lapinhas, pastoris, bandas cabaçais, maracatu cearense, coco, embolada e cantoria. 
Com performances e figurinos característicos, Geraldo Junior traz para o público o misticismo presente no imaginário popular, representando suas tradições, lendas, folguedos, história e personagens locais. Em seu show na Maloca Dragão conta com a participação de Beto Lemos, da Terreirada Cearense. 
Em seu novo trabalho, Forró Eletrônico, Toadas Digitais, o artista dialoga com elementos contemporâneos, novas tecnologias, beats de música digital e eletrônica, unindo à música, poesia, melodia e referências tradicionais em um show formado por guitarra, baixo, rabeca, percussão e sintetizadores. 
 

Palco Anfiteatro
19:00H | Vivências | Carlinhos Patriolino | Música

Dono de uma musicalidade própria e inconfundível, especialmente nas cordas de seu bandolim, Carlinhos Patriolino desenvolveu um trabalho autoral que revela sua herança sonora originalmente brasileira, facilmente detectada em seus discos autorais: Rabisco e Sambopeando. Patriolino é multi-instrumentista autodidata, tocou e gravou ao lado de vários cantores e instrumentistas consagrados da MPB como: Amelinha, Ednardo, Fausto Nilo, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Chico César, Alcione, Emílio Santiago, Wilson Simonal, Belchior, Orlando Morais, Paulinho Moska, Sivuca, Paulo Moura, Altamiro Carrilho entre outros. Desses artistas, o que mais marcou sua carreira foi o cantor Emílio Santiago, com quem tocou por quase nove anos.
Recém chegado de mais uma turnê européia, onde levou para solos portugueses, franceses e espanhóis sua última obra, o álbum Vivências, o músico retorna ao Brasil mais apurado em sua vertente Jazz, estilo que sempre o influenciou desde a adolescência. 

Arena Dragão do Mar
19:00H | Paginário | Leonardo Villa-Forte | Literatura

Nascido no Rio de Janeiro, o escritor Leonardo Villa-Forte é autor do livro de contos O Explicador, lançado em 2014 e do romance O princípio de ver histórias em todo lugar, lançado em 2015, ambos pela editora Oito e Meio. Com proposta artística que dialoga com diversas linguagens, atravessa literatura, artes plásticas, cinema, televisão suas atividades também incluem a intervenção urbana Paginário e mash-ups MixLit - O DJ da Literatura. 

Sinopse
Paginário propõe uma construção coletiva: os trechos favoritos de nossas páginas favoritas de nossos livros favoritos nas ruas. O conceito do Paginário é de formação de um mosaico de trechos de livros de diferentes autores, origens, estilos escolhidos por diferentes pessoas. As diversas páginas reunidas colocam o público em contato com uma experiência de leitura não tradicional, uma experiência de leitura onde se insere a geografia, o trajeto diário, a vida comum.

Teatro das Marias
19:00H | Devoração | Cia de Arte Andanças | Dança

Devoração é o mais novo trabalho da Companhia da Arte Andanças, que marca a celebração dos 25 anos de trabalho do grupo. O projeto se desdobrou, até aqui em três momentos: uma fala-intervenção, realizada pela coreógrafa Andréa Bardawil; um trabalho cênico, realizado pela companhia; e um documentário performático realizado em parceria com a produtora cearense Nigéria, que vem se destacando ao longo dos últimos anos na área de mídia livre e independente. O trabalho perpassa por questões pertinentes aos diferentes modos de resistência e do estar junto, atravessados por questões de disputa de território no meio urbano, sobretudo as remoções, e por diversas violações de direitos. A estréia do espetáculo aconteceu em agosto/2016, e o lançamento do documentário em outubro/16 [no Farol do Serviluz] e desde então, o trabalho já circulou pela Comunidade Quilombola do Cumbe [Aracati], para Itapipoca, e nos apresentamos no Pirambu, no Bom Jardim, no Poço da Draga, na Praia de Iracema, em Fortaleza.

Sinopse:
A principal questão que mobiliza este trabalho: O que é próprio do resistir? Qual a potência do corpo que resiste? Não queremos esquecer que suportar o desassossego tem a ver com superar a indiferença, a anestesia de um mundo de excessos vazios, a paralisia dos corpos dóceis. Numa Fortaleza tão frágil, esse trabalho é uma pergunta: Como permanecer fortes?

Ficha Técnica
Direção e composição coreográfica: Andréa Bardawil Intérpretes-criadores: Sâmia Bittencourt, Aspásia Mariana e Wellington Gadelha Assistência de produção e acompanhamento de ensaios: Luisa Bessa Figurino: Ruth Aragão Design Gráfico: Diogo Braga Produção: Pavilhão da Magnólia.

Teatro Sesc Iracema
19:00H | Asja Lacis já não me escreve | Grupo Terceiro Corpo | Teatro

O Grupo Terceiro Corpo surgiu em Fortaleza, em 2014, de uma vontade latente de pesquisar o trabalho do ator a partir da premissa do solo-coletivo. A primeira peça escolhida para montagem, Tudo ao Mesmo Tempo Agora, escrita por Maria Vitória, uma das integrantes do grupo, foi agraciado pelo Prêmio de Dramaturgias Femininas, se tornando a base para o primeiro laboratório de ator desenvolvido pelo Grupo. A ideia do Solo-coletivo trabalha com o conceito de personagem partilhada, na qual temos apenas uma personagem em cena e mais de um ator para representá-la. O último projeto do Grupo, Asja Lacis já não me escreve, participou do Laboratório de Criação em Pesquisa Teatral 2015 da Escola Porto Iracema das Artes. O Grupo é formado por Jéssica Teixeira, Juliana Carvalho, Marcos Paulo, Maria Vitória, Nádia Fabrici e Sara Sínteque.

Sinopse do espetáculo
O espetáculo gira em torno da obscura atriz, diretora teatral e militante de esquerda da primeira metade do século XX, Asja Lacis. Ou como diria Asja Profissão: Revolucionária. Em fim dos anos 30, Asja Lacis desaparece num campo de concentração stalinista. 'Asja Lacis já não me escreve', registra Brecht em seu diário de janeiro de 1939.

Ficha técnica
Direção e transcriação dramatúrgica: Maria Vitória. Elenco: Juliana Carvalho, Marcos Paulo e Nádia Fabrici. Iluminação: Rami Freitas e Maria Vitória. Cenário e figurino: Maria Vitória. Realização: Grupo Terceiro Corpo
 

Palco José Avelino
19:30H | Pré-lançamento do EP Tropeço no Meio Fio | Camila Marieta | Música

A cantora e compositora Camila Marieta possui atuação diversificada na área musical, participando de projetos, CDs e eventos. Após mais de um ano divulgando seu primeiro EP Imaginada, a artista trabalha no lançamento do segundo EP Tropeço no Meio Fio, título dos novos shows. Neste novo projeto Camila Marieta é acompanhada pelo trio de multi-instrumentistas Daniel Lima, Junior Quintela e Claudio Mendes, que também é o produtor musical. Ela também participou de importantes festivais como a VII Mostra de Música Petrúcio Maia (2015), Maloca Dragão (2016), evento em que lançou um novo single intitulado Cambaleada. 
 

Palco Praça Verde
20:00H | Vida longa aos oito baixos | Luizinho Calixto | Música

O sanfoneiro Luizinho Calixto, natural da Paraíba, compartilha com o povo cearense seu talento há mais de 30 anos, quando fixou moradia em Fortaleza. Vindo de família referência no cenário musical e, especialmente, na sanfona de oito baixos, ele apresenta seu show Vida longa aos oito baixos, uma síntese de seu trabalho pioneiro com o instrumento.
Além do show, Luizinho possui o projeto Eternizando o fole de oito baixos, que pretende fazer o resgate da tradição desse formato de fole no modelo de afinação que é tocado no nordeste brasileiro. O projeto inclui ainda a gravação do CD Em nome do pai os filhos, uma homenagem aos irmãos e ao pai, com quem aprendeu a tocar e cujas composições estarão no repertório.
Ao longo de sua trajetória, o instrumentista já tocou com Sivuca, Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga, acompanhou artistas como Dominguinhos, Elba Ramalho, Zé Calixto, Fagner. Luizinho tem dezoito discos gravados e se apresentou em Portugal, Espanha, França, Argentina e Cabo Verde. Dialogando com ritmos tradicionais, variados estilos musicais e improvisos, o sanfoneiro traz ao show repertório de sua autoria e releituras de diversas canções.
 

Oca Maloca
20:00H | Maria | Beatriz Barros | Circo

Da elegância do tradicional até as curvas do contemporâneo, Beatriz Barros mistura o ritmo da dança às estéticas circenses, num relato de uma mulher comum, de uma mulher qualquer. Beatriz é artista circense de lira, acroduo e ginástica rítmica.

Sinopse do espetáculo:
A performance traz uma mistura estética entre a dança e o circo através de acrobacias de solo, contorções e movimentos contemporâneos, o número "Maria" nos fala da mulher comum, dos seus sofrimentos, superações e suas autodescobertas, após a perda de um grande amor.

Ficha técnica
Criação e atuação: Beatriz Barros. 
 

Teatro Dragão do Mar
20:00H | Graxa | Henrique Lima e Diogo Granato | Dança

Um dueto de Henrique Lima e Diogo Granato. Um dueto bruto. Dois bailarinos em suas diferentes formações e técnicas juntam seus caminhos de coreografia e improvisação. Para juntar o Improviso Cênico de Diogo Granato e a coreografia contemporânea de Henrique Lima, os dois bailarinos buscam inspiração na capacidade de adesão da graxa, na estabilidade da viscosidade em função do movimento, resistência ao desalojamento, e a resistência a extremas pressões. Graxa lubrifica o encontro, permite o uso e abuso dos corpos, pressões, evita os desgastes e a deterioração das peças/corpos. Uma engrenagem de coreografias e improvisos, peças brutas, fortes, pesadas, deslizando suavemente, fluindo. Graxa. 

Sinopse do espetáculo:
Dois bailarinos, exímios em suas diferentes formações e técnicas, juntam seus caminhos de coreografia e improvisação, inspirados na capacidade de adesão da graxa, na estabilidade da viscosidade em função do movimento, resistência ao desalojamento e às extremas pressões.

Ficha ténica:
Concepção e atuação: Diogo Granato e Henrique Lima. Iluminação: Marcelo Esteves. Produção Executiva: Cau Fonseca | Mítica! Arte, Cultura e Comunicação. Produção: Guilherme Funari. 
 

Espelho d´água próximo ao Patativa do Assaré
20:00H | Impermanência... | Natália Coehl | Arte Urbana

Impermanência, estado de percepção da descontinuidade das sensações, mobiliza o corpo em uma dança que só existe a partir de cada respiração. Nesse movimento encontra-se Natália Cohel, performer graduada em Artes Cênicas pelo IFCE com especialização em Mímica e Teatro Físico. Um diálogo entre os atravessamentos do agora em um corpo, através da experiência, e o ambiente onde ele se encontra. Uma pesquisa em site-specifc, que tem o espaço como principal propositor do movimento, se questiona: qual o momento em que o movimento se forma a partir da relação com o espaço? Como as sensações do corpo podem influenciar a movimentação? O que me mobiliza? Como observar a corporificação (no sentido de trazer o movimento para a visualidade) do movimento? Natália escolheu o espelho d'água do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, próximo à escultura de Patativa do Assaré, como primeiro lugar de experiência da pesquisa, ainda não iniciada artisticamente.

Sinopse
Impermanência... é situada no movimento, na livre experiência da performer na água. Uma dança sem passado e nem futuro, uma dança sem aversão ou apegos, uma dança impermanente, que se dá a partir da experiência.

Palco Rogaciano Leite Filho
20:10H | Lançamento do disco Dança Três | Maria Ó | Música

Maria Ó é uma compositora, violonista e educadora musical de São Paulo. Em 2017, lançará o primeiro disco autoral Dança Três, em que canta e toca violão e guitarra. O trabalho apresenta o resultado de um processo de empoderamento artístico que reúne composições do período que vai de 2008 a 2016.  O álbum, que conta com produção musical dos cearenses Igor Caracas e Klaus Sena e co-produção de Guilherme Kafé, é um encontro entre regiões, transitando entre fronteiras e gêneros. Dialogando com novos elementos e com uma diversidade de pulsos e ritmos, as letras poéticas e cíticas versam sobre um cotidiano duro e, por vezes, fantástico. 
Maria Ó vem acompanhada pelos músicos Klaus Sena (baixo), Guilherme Kafé (guitarra e violão), Igor Caracas (bateria) e Ariel Coelho (percussões).

Palco Draga Dragão
20:10H | Bendito Som das Quebradas  | Erivan Produtos do Morro | Música

Erivan Produtos do Morro é um artista e produtor musical cearense ligado ao movimento Hip Hop. Ainda adolescente, o rapper fez parte do grupo Conscientes do Sistema, referência para o rap do Ceará. Seu som realiza conexões do rap com ritmos como rock, baião, reggae, assim como influências regionais como o repente e a embolada. 
Com seu projeto solo já participou de shows nos principais espaços culturais de Fortaleza,  assim como de diversos. Já realizou parcerias e gravações com referências do rap nacional e internacional, assim como apresentações na Finlândia e Alemanha. Em 2006, fundou o primeiro estúdio especializado em rap no Ceará, o Produtos do Morro - Produções de Rap, produzindo diversos CDs de artistas locais. 
Em 2015, foi um dos três vencedores da VII Mostra de Música Petrúcio Maia. Em 2016, foi selecionado para o Laboratório de Música da Escola Porto Iracema das Artes, recebendo tutoria de Tadeu Patolla. Durante o período na Escola, produziu e gravou cinco faixas inéditas que deram origem ao seu mais novo trabalho, o EP Bendito Som das Quebradas. Uma pesquisa inovadora na música autoral cearense, misturando as batidas do rap com a música popular nordestina também foi desenvolvida durante o Laboratório, que rendeu ainda novos arranjos para antigas composições de Erivan.
 

Palco José Avelino
20:50H | Egomaquia | Oscar Arruda | Música

Oscar Arruda destacou-se inicialmente no cenário musical de Fortaleza como guitarrista da banda de rock instrumental Somfusão, com quem gravou e lançou um EP em 2003 e fez vários shows entre 2000 e 2008. Seu projeto solo teve início em 2010 com o lançamento do EP Uni Verso, trabalhando a sonoridade do jazz-rock. Em 2014, Oscar dá início a uma viagem musical densa por espaços inquietos da existência e chega à criação de seu segundo álbum, Egomaquia. A atmosfera onírica do material é sinal da parceira de Oscar com os músicos da banda Astronauta Marinho, que vem fazendo um trabalho instrumental destacável na cena cearense. O show na Maloca do Dragão coroa um processo intenso de três anos de produção e celebra o lançamento simultâneo do álbum nos formatos virtual, CD e Vinil.

Palco Anfiteatro
21:00H | Jam Instrumental | Márcio Resende, Nélio Costa e Tarcísio Sardinha | Música

Show composto por grandes instrumentistas e compositores residentes no Ceará, nessa Jam os músicos Tarcísio Sardinha, Marcio Resende e Nélio Costa passeiam pelo Brasil em toda sua riqueza de música instrumental. As principais referências são os grandes instrumentistas e compositores da Música Popular Brasileira, como Tom Jobim, João Donato, Pixinguinha, Edu Lobo e outros.
 

Oca Maloca
21:00H | AoVerso | Os Desconhecidos | Circo

Coletivo formado em 2015, Os Desconhecidos tem se destacado na cidade de Fortaleza pelo seu desempenho em técnicas circenses tradicionais, com foco na pesquisa e na criação em torno da técnica milenar do malabarismo. Há mais de 10 (dez) anos os artistas Henrique Rosa e Rafael Sudaka se dedicam profissionalmente as artes circenses. A arte de lançar e se lançar ao ar, contrariando a paridade como se fosse brincadeira, Pitchula e Sudaka combinam estilos, formas e desafios. Em um jogo alucinante nos ritmos, risos, suspense, e euforia, o espetáculo AoVerso brinca com várias sensações, os protagonistas apresentam o malabarismo no seu mais alto nível, misturando a magia do circo e as belezas da rua.

Sinopse do espetáculo
Apresentamos um número circense que traz a rua como palco e o céu como lona, buscando a ocupação dos espaços públicos através da arte circense. Na lúdica mistura da palhaçaria com o malabarismo, utilizando de uma a oito claves, bola de futebol e facões, os dois protagonistas trazem um número onde emoção e dificuldade aumentam progressivamente. 

Ficha técnica
Criação e atuação: Henrique Rosa e Rafael Sudaka. 

Palco Praça Verde
21:20H | Simplesmente Kátia Cilene | Kátia Cilene | Música

Com recente carreira solo, a cearense Kátia Cilene lançou em 2016 seu primeiro CD promocional. Com 19 faixas, Simplesmente Kátia Cilene revive grandes sucessos do forró, envolvendo os fãs do forró das antigas. Com longa trajetória no cenário musical, Kátia Cilene passou 17 anos na banda Mastruz com Leite, atuando também pelas bandas Forró do Bom e Cavalo de Pau. Reconhecida entre os fãs do gênero, ela apresenta seu show repleto de sucessos. 
 

Palco Draga Dragão
21:20H | | Höröyá | Música

Höröyá é um grupo de música instrumental, da cidade de São Paulo, composto por doze integrantes, entre brasileiros e africanos. A banda tem como influência as culturas tradicionais de países do oeste africano, como Guiné, Mali e Senegal, diversas vertentes afro-brasileiras, como o samba e toques de candomblé, o afrobeat da Nigéria e de Gana e a musicalidade afro norte-americana, como o funk e o jazz. A instrumentação segue a diversidade cultural das influências, com diversos Ombres nas composições. O grupo propõe uma nova musicalidade, ressignificando origens e influências das matrizes africanas ao reunir instrumentos tradicionais africanos como ngoni, dunun, djembe, a brasilidade dos atabaques, berimbaus e cuíca e a contemporaneidade de guitarras, baixo, saxofones, trombones e trompetes. Höröyá é uma palavra de origem Mandeng, cultura do oeste da África, que significa liberdade, autonomia, dignidade e foi o termo usado durante a luta anti-colonialista na Guiné, para a afirmação de seus caminhos e ideais. O grupo é formado por André Ricardo, Rafael Fazzion, Bangaly Konate, Adilson Fernandes, Jefferson Cauê, Nando Vicêncio, Tobias Kraco, Richard Fermino, SinOa Piccin e Ivo Mineiro.

Palco Rogaciano Leite Filho
21:30H | Uranius | João do Crato | Música

Com vasta experiência nas vivências artísticas e culturais, João do Crato, artista multifacetado, leva no nome a origem: a cidade do Crato, no Cariri cearense. Ele reúne vasto repertório de apresentações, ações de fomento e incentivo à cultura e produções diversas. Em sua trajetória já homenageou artistas da música brasileira e da cultura do Cariri. Na década de 80, estreou nos palcos como vocalista da banda Chá de Flor, em Fortaleza. Também atuou em carreira solo interpretando grandes compositores caririenses. 
O cantor e intérprete retoma o espetáculo Uranius no processo de materializar a poesia de Geraldo Urano no imaginário popular, morto no começo de 2017. Assim, o espetáculo se configura como uma celebração ao potente Geraldo. Além de suas poesias, melodias de figuras que fazem parte do cancioneiro do cratense, como Abdoral Jamacaru, Cleivan Paiva, Pachelly Jamacaru, Luiz Carlos Salatiel e Bá Freire compõem a proposta de Uranius.
 

Oca Maloca
22:00H | Ragga do Crato | Dazára Sounds | Música

O Dazára Sounds é uma dupla de ragga do Crato, região do Cariri no sul do Ceará. Formada em 2016, é composta por Kayran Selecta, no controle do som e efeitos e Lvcas Mirim nos vocais. A proposta da dupla é de deixar uma mensagem de reflexão e conscientização para os seus ouvintes, e tudo isso através de rimas e discurso direto. A dupla procura manter a atmosfera dançante em suas músicas, galgando consciência e entretenimento na sua apresentação. O Dazára lança seu EP intitulado Ragga do Crato, em 2016.
 

Teatro Sesc Iracema
22:00H | Corpornô | Cia Dita | Dança

Um dos coletivos de dança mais expressivos da cena contemporânea do Ceará, a Cia Dita realiza, desde 2003, pesquisas voltadas para a construção imagética do corpo através de múltiplas linguagens, como a dança, o vídeo, a performance e a fotografia. Através de seus espetáculos, o grupo utiliza a nudez do corpo como meio para o discurso político, estético, artístico e filosófico. Em mais de dez anos de existência circula por eventos que se relacionam com dança e vídeo, como: Mostra Fora-Do-Eixo (SP), FID - Fórum Internacional de Dança (MG), Cine Ceará, Festival Internacional de Cinema de Brasília, Festival Panorama de Dança (RJ) e Festival Brasil Move Berlim, Bienal de Dança do Ceará.

Sinopse do espetáculo:
Considerado o projeto de maior liberdade do grupo, Corpornô risca uma linha tênue entre o erotismo e a pornografia. Os personagens mergulham nas profundezas do ser humano, lidando assim com o que existe de animal, social, humano e inumano em cada um de nós.
 

Palco José Avelino
22:10H | Ranço | Casa de Velho | Música

Estreando em 2015, em Fortaleza, a banda apresenta um som que envolve rock, MPB, samba e latin jazz. Dialogando com as possibilidades performáticas do teatro, a banda Casa de Velho apresenta o show Ranço, resultado do primeiro disco de mesmo nome. O espetáculo oferece uma experiência de conexão entre as duas linguagens por meio da experimentação sonora, visual e sensorial. A Casa de Velho já participou de editais de fomento à cultura, festivais como o VIII Festival de Artes Cênicas, o ManiFesta!Festival das Artes, Conecta - Festival Artes Sem Fronteiras, sendo ainda premiada na VIII Mostra de Música Petrúcio Maia. A banda também realizou apresentações em cidades da Argentina, lançando o single Demônio. Com envolvimento do público, a banda lançou em 2017 o disco Ranço e aprofunda a vivência artística por meio da produção, apresentação e performance. 
Casa de Velho é formada por Plínio Câmara, Mateus Mesmo, Rami Freita e Marcus Au Coelho. 
 

Palco Draga Dragão
22:40H | | BaianaSystem | Música

BaianaSystem é um grupo de Salvador que vem se consolidando no universo do movimento independente da música urbana produzida na Bahia com sua sonoridade universal. A guitarra baiana, a base percussiva com característica de ritmos afro-latinos, a retórica provocativa, a música jamaicana e samba do recôncavo baiano se atravessam compondo um som que vem proporcionando apresentações intensas. 
Surgido em 2009, o grupo lançou o primeiro álbum, BaianaSystem, em 2010. Em 2013, o EP Pirata foi apresentado, trazendo o hit Terapia. O segundo disco, Duas Cidades, lançado em 2016, projetou músicas como Playsom, Lucro (Descomprimido) e Barravenida parte 2 para um público ainda maior. Além do som, BaianaSystem apresenta concepção fotovideográfica marcante na identidade do grupo. 
Desde o início do percurso, a banda já se apresentou em diversas cidades brasileiras e em eventos internacionais  nos Estados Unidos, Japão, Rússia, Dinamarca, China e França. Em Salvador, vem se consolidando como destaque do carnaval independente nos últimos anos, arrastando multidões nas ruas da capital baiana. 
Formam a banda os músicos Russo Passapusso (voz), Roberto Barreto (guitarra baiana) e SekoBass (baixo). Por se tratar de um sistema, o BaianaSystem conta com a colaboração de diversos músicos, produtores e artistas.